Esta é a tradução para quenya, feita pela Gwen, do poema do Daedhel que se encontra aqui
Laitalë i Azaghâl
Nirnaeth Arnoediad né vanwa
Mal enta lantë ner lindanër
I nirë ya ner atacarnër
Nienaina i yar firiër
Ya lindanër i namárië
Herunen Belegosto!
Sinan alcar mahta mentanër
I aranier hecelmaro avánië
Ar alta huorë únyárima
Haryanër i Naucor ya mahtar
Hara i cotumo ya ahyanër
Herunen Belegosto!
Tulcavë minë pelecco mancë
Ar i alta sandastan mapanër
I sanda rista ya i talcanër
I cotumo ya úmë racë
Aicanen i pelecco atacarnë
Herunen Belegosto!
I hossë Naucor rimba mahtanë
Ar yanna mahta vorima
Ar yallo úoio umë Ler Mais...
on 10 Feb 2008 by Poema de Tolkien. Trabalho em fotografia: Silvara. Manuscrito em Tengwar: Arwen a Estrela Vespertina
Ilu Ilúvatar en káre eldain a fírimoin
O Pai fez o mundo para os Elfos e Mortais,
ar antaróta mannar Valion: númessier.
e pô-lo nas mãos dos Senhores. Eles estão no Oeste.
Toi aina, mána, meldielto - enga morion:
Eles são sagrados, abençoados e amados: excepto o escuro.
talantie. Melko Mardello lende: márie.
Ele caiu. Melko foi expulso da Terra: isso é bom.
En kárielto eldain Isil, hildin Úr-anar.
Para os Elfos eles (os Valar) fizeram a Lua, mas para os Homens o Sol vermelho;
Toi írimar. Ilyain antalto annar lestanen
são lindos. A todos eles deram em medida os Ler Mais...
Comentário sobre o poema por Christopher Tolkien:
Eu deixo agora três textos do poema Kortirion entre as Árvores (mais tarde As Árvores de Kortirion). Os primeiros esboços (Novembro de 1915) deste poema são extensos,* e há muitos textos subsequentes. Uma grande revisão foi feita em 1937, e outra muito mais tarde; por esta altura era quase um poema diferente. Desde que o meu pai o mandou a Rayner Unwin em Fevereiro de 1962 como um possível candidato para a inclusão em As Aventuras de Tom Bombadil, parece certo que a versão final data desse tempo.**
Numa das primeiras cópias ostenta o título Ler Mais...
Este belíssimo poema é do próprio Mestre. O quadro que lhe segue foi feito pelo Anguirel.
Oilima Markirya (O Último Navio-Casa)
Men cenuva fánë cirya
Quem verá um navio branco
métima hrestallo círa,
deixar a última costa,
i fairi nécë
os fantasmas pálidos
súmaryassë ringa
no seio frio dela
ve maiwi yaimië?
como gaivotas a lamentar?
Man tiruva fána cirya,
Quem observará um navio branco,
wilwarin wilwa,
incerto como uma borboleta,
ëar-celumessen
no mar fluente
rámainen elvië
em asas como estrelas,
ëar falastala,
o mar surgindo,
winga hlápula
a Ler Mais...
No Vinyar Tengwar n.º 47 e notas, vem um artigo interessantíssimo que aqui vos deixo um resumo, sobre MÁTENGWIE, ou A Linguagem por Gestos.
Na tradição Eldarin, existe o registo de que os Eldar usavam gestos nas suas relações, e dentre estes gestos, os órgãos mais usados eram as mãos, que de acordo com suas posições e uso foram agrupados pelos eruditos, sob o nome de Mátengwië, e são os seguinte:
1. Recepção, Solicitação, Pedido;
2. Obediência
3. Proibição/Recusa
4. Paz/Amizade
5. Cumprimento/Boas-Vindas
6. Saudação Casual;
1 - A palma da mão virada para cima, com a forma de recipiente, indicava alguém pedindo uma dádiva, sendo que Ler Mais...